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Arrebentando as correntes

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    LIÇÃO 1

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    LIÇÃO 2





  •                             



    OE, PESSOAL!

    MUITAS PESSOAS me perguntam, quais musicas escuto quando estou Correndo.

    Bem, costumo ter 3 opções de Paragrafo escutar a Acordo com a Uma meu estado de espirito! Internacionais, Nacionais e Evangelho ........ essas Estou Criando 3 Lista no Canal Para Que VOCÊS possam dar Sua opinião, Sugestões me enviar um e DIGAM Quais São Como musicas that VOCÊS escutam?
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    HOJE NO VIDA DE CORREDOR VOU ESCREVER UM RELATO QUE ACONTECEU COMIGO


    Confesso para vocês que hoje não estava com o minimo de animo para correr,acordei com uma preguiça daquelas,olhei pela janela,o dia nublado...sem um Solzinho para dar uma animada....mas pensei...somos o resultado de nossas escolhas...então já que é assim...não tem outra opção,bora correr...
    Logo que comecei a corrida comecei a sentir uma dor na panturrilha da perna direita,provavelmente reflexo do treino de pernas de Sexta feira ou é psicológico mesmo...kkkkkk...mas não desisti continuei....busquei não pensar na dor....mais adiante me deparei com uma corrida de rua...me senti muito feliz porque eu era um deles e também estava me superando....mais adiante passei por um menino fantasiado de Capitão América, com escudo e tudo...cumprimentei e pensei também sou um Super - herói,não que eu tenha capacidade de salvar o mundo através de grandes atos heroicos....mas através de pequenos atos,pequenas atitudes fazer a diferença...
    Já voltando passei por um amigo....e quando pensei em descansar...olhei adiante e vi uma pessoa idosa por volta dos seus 65 anos,fazendo sua corridinha de superação...essa cena me deu gás....que apertei o passo é agradeci a Deus....quase finalizando...ouvi a voz do meu monitor no fone dizendo: 8 Km em 50 minutos....mais uma etapa vencida!
    Olha tudo que vi,tudo o que senti,não teria experimentado se tivesse ficado na cama,sendo vencido pela preguiça!
    Essa é um pouco do que passei durante minha corrida de hoje e gostaria de compartilhar com vocês e espero que de alguma forma sirva de inspiração para você se superar também....um abraço e um ÓTIMO DIA ABENÇOADO A TODOS!

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    Todo mundo tem uma boa desculpa para escapar da dieta, faltar a academia.
    A principal é sempre a falta de tempo. Mas também tem cansaço, estresse, não gostar de academia, não viver sem chocolate e por ai afora.
    Pois para cada desculpa para você não treinar, ou escapar da dieta, existem várias que vão te fazer mudar de opinião.
    1) Se o seu problema é falta de tempo para ir a academia, pegue 30 minutos do seu dia faça uma caminhada pela vizinhança. Se você não quer nem sair de casa, faça alguns exercícios como polichinelo, pular corda, dançar, o que importa é mexer o corpo e deixar o sedentarismo de lado.
    2) Se você usa como desculpa o fato de estar entediado com os exercícios de musculação ou com a esteira, intercale com outras práticas como: correr na rua, aulas de bike, yôga, treinamento funcional, zumba, pilates, lutas marciais, boxe.
    3) Sempre que ficar com preguiça para treinar ou pensar em desistir da dieta, lembre-se daquela roupa que você está louca para vestir, mas ainda não pode porque não perdeu peso suficiente. Lembre-se da sensação de bem estar que você conquista após treinar.
    4) Não espere a hora certa para começar a treinar, ou buscar ajuda de um nutricionista para cuidar a alimentação. A hora é agora. Não perca mais tempo.
    5) Se você pensa em desistir do treino porque está dolorido do dia anterior, não faça isso. Não precisa treinar pesado, mas uma corrida ou pedalada vão ajudar a aliviar as dores.
    Boa sorte galera.

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    Parecia inimaginável que eu fosse começar a correr perto dos 50 anos de idade. Correr é fácil para as crianças. Difícil é fazê-las parar! Acontece que, por força da vontade e da consciência de que eu deveria cuidar da saúde e manter o peso, eu dava boas caminhadas.


               Rosane e David (esposo) antes de começar a correr

    Certo dia, meu irmão mais novo me apresentou o livro Nascido para correr, de Christopher Mcdougall. Disse que depois de ler eu sairia correndo! Parecia piada. Eu disse que leria, mas que na minha idade, sem nunca ter corrido, era impossível e, ademais, eu nem tinha saúde para tanto, e blá blá, blá. Aconteceu que, antes mesmo de terminar o livro, eu já estava começando a correr! 

     Comecei visualizando o modo das crianças correrem com a barriga para fora e na ponta dos pés, com joelhos meio dobrados. Logo comecei a saltitar feito uma delas! Parecia uma galinha louca! Mas é daí que você começa a entender como os índios Tarauramas, no México, correm mais de 100 km de pés descalços! Aprendi muita coisa naquele livro incrível. Uma das mais importantes, para mim, foi saber que o desempenho de um jovem de 18 anos é o mesmo de um idoso de 70 anos, em se tratando de corrida! Isso jogou por terra a minha crença infundada de que na minha idade era tarde demais para começar!

    Outra coisa que me entusiasmou muito foi entender que os homens foram caçadores no período Paleolítico e que toda a tribo corria junto atrás da caça. Iam homens e mulheres carregando suas crianças pequenas e seguidos pelos idosos a seu ritmo. Corriam por muitos e muitos quilômetros. Deveriam ir todos, pois a tarefa de voltar a alguma aldeia carregando a caça, para alimentar quem ficara para trás, era simplesmente, impossível. Enquanto os animais, por mais velozes que fossem, necessitavam de paradas para trocar calor corporal, através da língua pendendo para fora da boca, o ser humano, único animal que transpira, permanecia correndo. Dessa forma, acabavam por cercar a caça e abatê-la, em algum momento de exaustão e troca de calor.

    Foi assim que desci da esteira, muito feliz e orgulhosa, dando soquinhos no ar, na primeira vez que consegui percorrer 10 km! A velocidade não era a coisa mais importante, a distância, sim! Há quem leve menos de 4 minutos para percorrer um quilômetro. Mas é possível correr bem devagar essa mesma distância e demorar mais do que o dobro do tempo. Ao percorrer 10km, alternando caminhada com curtos períodos de corrida, tive a clareza de que sobreviveria na Europa Paleolítica! Nenhuma medalha em corrida, nenhum aplauso vindo de fora, nada, nada mesmo é comparável à sensação que vem de dentro, de ser capaz de superar obstáculos, de ser um sobrevivente!


                               Primeira corrida de 8 km em 2012

    Um amigo me apresentou um aplicativo no celular, que marca, com GPS, todo o trajeto da caminhada/corrida, além do tempo, queima calórica, rendimento em cada trecho. Adorei a ideia e esse brinquedo, que adotei e me acompanha sempre, me tirou da esteira para as ruas!

    Depois disso, uma amiga que me acompanhava pela rede social sugeriu que eu tivesse o acompanhamento de uma equipe especializada em corrida. Eu não queria ser exigida a dar o máximo, não estava atrás do pódio, não queria trocar meu prazer por alguma rotina estafante. Mas não foi nada disso, apenas passei a correr de forma responsável, coordenada, economizando energia, prevenindo lesões e melhorando a postura.


                                 3 anos depois de começar a correr

    No início, eu precisava caminhar alternadamente com trechos de corrida para fazer provas de 5km. Levava 8min para percorrer cada um. Depois percebi que meu tempo vinha baixando e, no meu 3º ano de treino tenho conseguido fechar alguns quilômetros em 6:15 min. Já consigo fazer provas de 10km sem precisar caminhar. Assim, fui deixando de ser a última colocada em minha categoria por idade!

    Não tenho pretensão alguma de subir ao pódio. O que não para de subir é minha auto-estima!


    Rosane Schotgues Levenfus é Mestre em Psicologia Clínica e Especialista em Neuropsicologia. Corredora há três anos, a psicologa é autora do livro Diário de uma ex-gorda e escreve crônicas motivacionais aliando corrida e força de vontade no Correr é Fácil.
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    Treino ao lado do medalha olímpico Vanderlei Cordeiro e até no Pacaembu (Foto: Divulgação/Nike)


    Aos 45 anos, cantor deixa vida boêmia e se encanta pela modalidade, com incentivo de Fernanda Keller e Pedro Scooby. Com fôlego, ele diz render mais nos palcos


    Se você encontrar o Seu Jorge correndo logo cedo ou até mesmo de madrugada pelas ruas do Rio de Janeiro não se espante, não é um sósia do cantor. Há seis meses ele mudou os hábitos e ganhou mais qualidade de vida e fôlego com a corrida de rua. As dicas da treinadora Fernanda Keller, uma referência do triatlo nacional, e o incentivo do amigo e surfista Pedro Scooby impulsionam o novo atleta da praça a deixar mais e mais quilômetros para trás.
    - Hoje, a corrida é fundamental e a minha treinadora tem me ajudado a continuar no ritmo. É um hábito que não quero largar nunca mais e estou cada dia com mais fôlego. Passei a correr para movimentar o corpo e queria largar o tabagismo. A corrida me motivou. Antes, fui ao médico, fiz todos os exames necessários e passei a me dedicar de verdade. Voltei a ser criança - afirmou.

    Aos 45 anos e agora com pique de sobra, o músico treina quase diariamente e se exercita ao ar livre para apreciar mais a natureza ou receber o carinho do público por onde passa correndo.
    - A graça de correr na rua está em ver a paisagem e encontrar as pessoas e os amigos na orla, que sempre me dão força. Agora já estou começando a sentir onde posso chegar, mas sigo as orientação da Fernanda para não pular etapas e ir com mais tranquilidade nos treinos - contou.
    Com seis meses de dedicação, Seu Jorge vai melhorando os tempos, aumentando a rodagem e adquirindo experiência para percorrer longas distâncias. A meta  é correr a meia maratona.
    - Certo dia, corri 24km de Ipanema ao Engenho de Dentro, na casa do meu pai. Eu programei 21km no aplicativo, mas deu mais. Foi uma satisfação grande perceber que tinha feito isso com as minhas próprias pernas. É algo difícil de explicar o que a corrida pode proporcionar. Hoje, é capaz de eu tocar duas ou três horas de forma intensa. Estou querendo botar uma esteira no caminhão da banda para correr antes dos shows e abrir o pulmão para cantar melhor - disse.
    Para encontrar o ritmo certo de passadas e se desligar do mundo enquanto está correndo, Seu Jorge vai do Miami Bass (o funk americano dos anos 80) ao jazz e passa pela música clássica. Em uma versão diferente da música "Pretinha", se a ponte engarrafar, ele fica a pé, mas corre.
    - Essas duas me dão a possibilidade de viajar para outro cenário. Estou correndo na Barra e do nada me transfiro para a Europa ao ouvir a sinfonia de Beethoven. O "pancadão" é usado para reduzir o meu tempo para valer e puxar minha velocidade nos treinamentos. Pensei que o meu novo CD deveria se chamar "Músicas para Corrida" e não "Para Churrasco" - brincou.
    Surfista Pedro Scooby, Seu Jorge e triatleta Fernanda Keller em evento de marca de material esportivo (Foto: Igor Christ)

    Será que ser impulsionado pela Fernanda Keller pode levar o músico para o triatlo num futuro próximo? Com receio de nadar no mar, ele reduz o ímpeto e freia a empolgação da treinadora.
    - Preciso aprender a nadar de verdade, pois eu tenho trauma do mar. Fui criado longe da praia, pois nasci na Baixada Fluminense e não curto água gelada também. O mar é coisa séria e não posso me jogar lá sem estar preparado. Mas já estou pensando em treinar com a bicicleta para intercalar com a corrida e evitar sofrer algumas lesões. Vamos começar com calma - ressaltou.

    Seu Jorge começa a correr e tenta influenciar outros músicos na modalidade (Foto: Divulgação/Nike)

    Numa fase mais tranquila da carreira de artista, Seu Jorge precisou eliminar vícios e mudar de comportamento para viver com saúde e melhorar na parte profissional. Agora, colhe os frutos.
    - Sou muito mais feliz hoje, não só pelos efeitos que o esporte causa na saúde, mas por ver as minhas filhas elogiando o empenho que venho tendo. Tomava cerveja, chegava tarde, comia qualquer coisa e agora estou me alimentando bem por ter deixado de fumar - destacou.
    Enquanto tenta carregar para o universo da corrida outros nomes da música nacional, como Marcelo D2, Rogério Flausino e Arlindinho Cruz, Seu Jorge deixa um recado aos iniciantes.
    - Comece andando devagar alguns quilômetros, daqui a pouco você estará correndo e levando uma vida muito mais saudável. É o segredo do sucesso para todo mundo - encerrou o cantor.


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    Todo mundo que começa a treinar, no fundo, se prepara para um grande momento. O seu momento. Algo que o faça sentir-se vivo e que faça valer a pena cada segundo. Esse é o meu momento, meu esporte: a corrida.
    Minha aventura na corrida não começou há muito tempo e foi um mundo que conheci meio que sem querer, há pouco mais de um ano, quando um amigo publicou fotos da Corrida do Sol. Naquele mesmo dia, por curiosidade, resolvi pesquisar sobre as provas de São Paulo e descobri uma infinidade de corridas. Eu passava por um momento em que o desânimo com a vida pessoal estava forte e acredito que o desafio foi o que me atraiu.
    Resolvi me inscrever para o Circuito das Estações que seria em março do ano passado e decidi que enfrentaria logo de cara os 10km. Como eu praticava KungFu achei que seria super tranquilo, mas foi um pouco mais difícil do que eu pensei: não tinha ainda consciência de que são atividades distintas e que exigem preparos diferentes e dedicação. Mesmo assim me apaixonei logo na primeira corrida. O clima entre os corredores, a parceria, a sensação de superar seus limites e conseguir completar um percurso é maravilhoso! Só quem corre sabe!
    Encantei-me tanto que tentava motivar todos meus amigos a correrem também. E esse é um obstáculo que muitos corredores enfrentam já que os amigos não veem a corrida da mesma forma que você. A adesão à corrida demora um certo tempo, até que você percebe que a corrida é algo pessoal e que, se você não aceitar isso, acabará desistindo de correr. No inicio o fato de correr sozinha me frustrava um pouco, mas depois fui percebendo o quanto correr era importante para mim e o quanto me fazia bem. Aos poucos também notei que alguns amigos começaram a aceitar melhor a ideia da corrida e é muito bom saber que semeei uma vida mais saudável para os que amo.
    Comecei então a me inscrever para outras provas durante o ano e a melhorar meu tempo a cada corrida. Até que, em minhas pesquisas, encontrei a Meia Maratona de Floripa. Sempre sonhei em conhecer essa cidade, mas a oportunidade não tinha chegado. Quando vi o quanto os corredores elogiavam esse percurso decidi que esse seria meu desafio principal. Realizaria dois sonhos em um!
    No final de 2012 pedi ajuda para meu irmão, que é personal trainer, e com uma planilha que reunia diversas atividades até a véspera da meia maratona, comecei meus treinos. Tive que administrar a correria e o cansaço do trabalho e da pós-graduação, mas ainda assim consegui seguir o planejado e continuar a prática do kung fu, que sempre me ajudou a manter o equilíbrio e a aliviar o stress do dia a dia. Confesso que pensar em correr 21km no inicio me assustava um pouco. Você acaba duvidando do que é capaz em alguns momentos, mas aprendi com a corrida que somos muito mais fortes do que imaginamos e podemos ir muito além do nosso objetivo.

    Finalmente em junho desse ano resolvi viajar sozinha mesmo e encarar minha primeira meia maratona: reservei hotel, comprei a passagem e fui determinada a aproveitar o final de semana em Floripa.

    Realmente a corrida é perfeita como falam. A cidade e os moradores são excelentes e a paisagem que acompanha cada quilômetro dá mais e mais forças para seguir em frente. Resolvi que não forçaria o ritmo já que essa era minha primeira meia maratona e pelo medo de me machucar estando sozinha, mas a endorfina que o evento provoca fez com que eu me sentisse tão bem que os quilômetros passavam com muita facilidade. Quando cheguei aos 20km comecei a me emocionar! Naquele instante a ficha caiu e percebi que eu realmente completaria uma meia maratona! É uma sensação indescritível: dá vontade de chorar, de sorrir, de gritar! Você se sente forte, capaz. É o momento em que você vê o resultado de toda sua dedicação e seu trabalho! É o momento de ver que seu objetivo foi atingido! É uma experiência que recomendo a todos!
    Ainda fiquei muito feliz com meu tempo. Esperava levar mais de 2h30, mas consegui completar o percurso em 2h19 e com uma certeza: ano que vem estarei lá, em Floripa, para melhorar meu tempo!
    É como diz a frase que estampei na camiseta da meia maratona de Floripa (e que sigo como filosofia de treinos e de vida): “Não é que vai ser fácil… é que vai valer a pena!”. E realmente cada minuto, cada quilômetro percorrido… valeu muito a pena!

    Daniela Santiago 
    Analista de RH por profissão
    Lutadora de Kung Fu e corredora por paixão

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    Alex e sua principal incentivadora: Andréia sua esposa


    Não sou um cara de tirar muitas fotos, por isso mesmo estando gordo, eu não tinha noção exata da gravidade da situação.
    Sendo assim, em meados de julho de 2010 fiz uma viagem com meu filho e minha esposa para Santa Catarina e, como em toda viagem, registramos nossos momentos.
    Voltando para São Paulo, ao conferir as fotos tiradas, tomei um susto com o meu tamanho apresentado nas fotos. Fiquei alguns dias preocupado com aquilo, até começar a perceber o incômodo que o excesso de peso estava me trazendo, ou seja, eu tinha dificuldades para amarrar o cadarço dos sapatos, pois me faltava o ar, não tinha desenvoltura para dirigir, enfim, eu seria mais um a adquirir doenças advindas do excesso de peso. Afinal eu estava com 113kg.
    Exatamente no dia 31.01.08 passando na frente de uma academia próximo a minha residência, tive uma atitude e resolvi parar, conhecer o local e me matricular. Daí então começou a minha grande batalha e, para isso contei com o apoio e ajuda da minha querida esposa Andréia, pois de nada adiantaria eu tomar essa atitude e não ter o apoio de quem está ao seu lado. Ela teve e ainda tem papel fundamental nessa revolução que aconteceu na minha vida, pois é ela quem cuida de toda minha alimentação e literalmente pôs a mão nas “folhas verdes”. Sempre preparando minhas saladas e minha comida com a maior paciência do mundo, acredito que outra em seu lugar não teria a mesma dedicação.

    Minha intenção era eliminar 30kg até dezembro de 2011, isto é, 17 meses depois, mas para minha surpresa em dezembro de 2010 eu já havia eliminado 25kg.

    O que no começo era uma obrigação, com o tempo se tornou uma rotina e hoje meu lema é: “MEXA-SE, A VIDA É MOVIMENTO”.

    Mas voltando ao nosso tema principal, no início eu nem imaginava o que era correr, passei por longos dias apenas caminhando na esteira e de repente arrisquei alguns trotes, mas tudo de forma muito bem supervisionada pelos instrutores.

    Pois bem, certa vez estava folheando uma revista e vi uma matéria sobre corrida de rua na qual dizia assim: “NÃO SE PREPARE PARA UMA CORRIDA, SE INSCREVA E SE PREPARE PARA A CORRIDA”. Dito e feito, aquilo me motivou muito, foi quando em outra revista vi uma propaganda da Corpore referente a corrida ZUMBI DOS PALMARES de 2010 (3km). Me inscrevi e comecei a focar nessa corrida. Chegado o grande dia, além da ansiedade, medo e angústia, a emoção tomou conta de mim no momento da largada comecei a chorar, pois em momento algum eu imaginei fazer aquilo um dia, e naquela data eu já pesava 100kg, ou seja, havia eliminado 13kg. Terminei a corrida me sentindo o melhor dos corredores, pois aquele momento era só meu e ninguém poderia tirá-lo de mim. E assim tomei gosto pela corrida e fui me inscrevendo em provas da Corpore. A prova que me deixou ainda mais certo e convicto de que aquele era meu mundo foi a Prova dos Bombeiros de 2011. Eu ouvia muita gente falando dessa prova, que além de bonita era também muito difícil, e aquilo me motivava ainda mais, pois eu queria passar por ela para provar que estou pronto. E realmente foi como eu imaginei, o percurso dos bombeiros é o mais técnico que já corri até hoje, desde a largada que já é subindo até a tão temida chegada da Nazaré. E assim me identifiquei muito com essa prova, tenho um certo carinho por ela, pois foi meu primeiro teste de dificuldade.

               ANTES:                                          DEPOIS:
                                                                    

                       
    De lá para cá venho buscando além da qualidade de vida, uma melhor performance a cada corrida, aliás, isso é o que me motiva.

    Tenho metas a longo prazo e dentro desse prazo existem submetas, uma delas por exemplo era conseguir índice para fazer parte da Elite B. Foi uma busca árdua e incessante, porém o gosto de tê-la alcançado foi gratificante e faria tudo novamente.

    Hoje estou treinando para os meus primeiros 42k que será dia 16.06 na Maratona de Porto Alegre, está sendo duro, a cada semana os longos vão aumentando, chegando a fazer 34k de longo.

    Não posso deixar de citar também além de minha querida esposa que teve papel fundamental nessa minha empreitada, duas pessoas que tiveram e ainda têm papel fundamental nessa minha vida de corredor. A primeira é o professor Jônatas Ferrari, que acreditou nas palavras daquele gordo de 113kg quando ele dizia que queria emagrecer 30kg. A segunda é o mestre Adriano Bastos, que me recebeu de braços abertos em sua assessoria. Um cara ímpar, que motiva e acredita em seus alunos. O cara está presente em todos os treinos, é atencioso com todos, brinca na hora certa e chama atenção quando é necessário. Esse é o grande diferencial do atleta de Elite consagrado, octacampeão da maratona da Disney. Quando cheguei na assessoria em setembro de 2012 meu melhor tempo nos 10k era 45:50. Hoje sou sub40.

    Hoje peso 70kg e todos que me perguntam ouvem como resposta que a corrida foi a grande aliada nesse processo de emagrecimento e quando alguém pergunta em qual site encontrar corridas, indico sem sombra de dúvidas o site da Corpore , além de mencionar é claro a competência na organização de corridas. Sou fiel à Corpore e não nego isso, tanto é verdade que tenho as camisetas CORRI TODAS 2011 e 2012, e que venha o CORRI TODAS 2013,2014 e 2015!

    Fotos: Arquivo pessoal


    Parabéns pelo empenho e força de vontade em superar desafios Alex!
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    O exercício aeróbico é sempre colocado em questão quando o assunto é estética e mudança corporal. É certo dizer que o aeróbico, faz bem a saúde, melhora a oxigenação dos tecidos, aumenta a expectativa de vida entre outros... Porém, quando o objetivo é mudar a composição corporal, alguns pontos devem ser observados.Junto c/ a musculação, se praticado de forma errada você pode perder massa muscular, o que não é bom, além de acumular gordura. É isso mesmo! Você “se mata” na esteira, bike, elíptico a fim de exterminar as gorduras e no final a única coisa que consegue é acumular mais.
    Isso acontece porque o exercício em excesso aumenta a produção de cortisol, colocando sua massa muscular em risco, além de deixar o metabolismo mais lento, provocando o acúmulo de gordura. Simplesmente, seu corpo irá degradar sua massa muscular p/ usar como fonte de energia, poupando sua gordura.
    Sendo assim, se o objetivo é a queima de gordura faça o aeróbico depois da musculação, com duração de 20 a 30 minutos bem intenso, não mais. Na musculação, o corpo usa principalmente carboidrato como fonte de energia, que estará em níveis baixos depois do treino. Dessa maneira, ao iniciar o exercício aeróbico, irá metabolizar gordura mais rapidamente, sem passar primeiro pelo processo de usar glicogênio como substrato energético. As reservas de glicogênio devem estar baixas p/ começar a lipólise.

    E se fizer o aeróbico antes? 

    Nesse caso, você perderá essa vantagem, gastará suas reservas de energia e seu rendimento na musculação irá diminuir.
    Em horário diferente da musculação ou em dias que não treina c/ pesos, o aeróbico pode ser feito c/ maior duração. P/ quem quer hipertrofia e adora fazer aeróbio, a recomendação é diminuir esse tipo de treino ou se for o caso, até abandoná-lo da sua rotina, pelo menos por um período. Não é que seja impossível ganhar músculos ao praticar aeróbico, mas ele naturalmente irá acarretar um gasto energético, que deverá ser reposto p/ se conseguir hipertrofia, fora as calorias a mais que você precisa ingerir p/ os músculos crescerem.

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    ATENÇÃO: